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Criminal

MP-SP participa de encontro nacional sobre organismos de inteligência

Promotor do GAECO fez exposição sobre combate às organizações criminosas

O Ministério Público do Estado de São Paulo participou, nessa terça-feira (20/5), do Encontro Nacional para Chefes de Organismo de Inteligência (Enchoi), que reuniu em Brasília 95 representantes de organismos de inteligência de todo o País. No encontro, que teve abertura do Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o Promotor de Justiça Lincoln Gakiya, Secretário Regional do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) – Núcleo Presidente Prudente, representou o Procurador-Geral de Justiça, Márcio Fernando Elias Rosa, e fez uma exposição sobre o tema “A importância do serviço de inteligência no combate à organização criminosa”.

Promotor de Justiça Lincoln Gakiya (1º à direita), no evento em Brasília

O evento, promovido pelo Ministério da Justiça, discutiu a integração dos organismos de inteligência de segurança pública de todos os Estados e do Distrito Federal para apresentação de propostas sobre o papel desses órgãos nos grandes eventos, em especial a Copa do Mundo, que começa em junho, e as Olimpíadas de 2016.

O Ministério Público do Estado de São Paulo foi a única instituição não policial a participar do encontro nacional. Dos 95 participantes, 81 eram das agências estaduais conveniadas ao Subsistema de Inteligência de Segurança Pública das 27 unidades federativas do Brasil, sendo 27 das Secretarias de Segurança Pública, 27 da Polícia Militar e 27 da Polícia Civil. Os demais eram representantes do Departamento de Inteligência da Polícia Rodoviária Federal, da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), do Departamento Penitenciário Federal e do Setor de Inteligência da Força Nacional.

Em sua exposição, o Promotor de Justiça Lincoln Gakiya destacou a importância do serviço de inteligência do MP em apoio à Polícia no combate eficaz às organizações criminosas. Também falou sobre o êxito da investigação realizada pelo GAECO do MP-SP que resultou, no segundo semestre do ano passado, do oferecimento de denúncia contra 175 integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e no pedido de internação de 32 presos no Regime Disciplinar Diferenciado. Foi a maior investigação já realizada sobre o crime organizado no País e demandou três anos e meio de trabalho dos Promotores de Justiça.

Na semana passada, o Promotor já havia participado, em Aracaju, de um encontro sobre a segurança na Copa do Mundo, juntamente com os representantes dos organismos de segurança de todas as cidades-sedes, evento promovido pela Secretaria Extraordinária de Segurança em Grandes Eventos.

Foto: Ministério da Justiça